quarta-feira, 22 de abril de 2009

Do ato do ser – A inconsciência constante

Cercados pelo fútil irredutível
Desprovidos de sentido,
O riso e a cólera

Os proeminentes símios
De sete virtudes esquecidas
Festejam entre as ruas da capital
Fascinados em um eterno reino
De fantasia fractal

Aprisionados na infância
Investidores constantes nos prazeres efêmeros
Fatoram e descartam,
Ao seu próximo menor importância

Ao acaso despertam
Da-se por evolução
Ao instinto, razão


::: Ilderaldo Corrêa
(Abril, Vigésimo segundo, 2009)